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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Recebendo o batismo no Espírito Santo

Evidência inicial
 Por Donald Gee,do livro: Como Receber o Batismo no Espírito Santo (CPAD)


 “Numa noite de quarta-feira, em março de 1913, toquei orgão no culto de meio de semana na igreja Congregacional (que terminava às 21h pontualmente), e depois corri para desfrutar do restante da reunião de Highbury New Park. Depois do término da reunião (aproximadamente às 22h30min), o irmão que vinha dirigindo o culto, um respeitável pastor irlandês, colocou-me à prova numa espécie de catecismo. - Tem certeza da salvação? - Sim - Já é batizado? ¬– Sim. - Já é batizado com o Espírito Santo? - Não. - Por que não? Expliquei-lhe a minha aversão a “espera” que pareciam uma eternidade. Ele incentivou-me dizendo que isso não era necessário. E, abrindo a sua Bíblia, leu para mim Lucas 11.13, e depois Marcos 11.24. Então perguntou-me se eu acreditava nesses versículos. Garanti-lhe que sim, e no momento em que demonstrei-lhe minha fé, era como se Deus jorrasse do Céu para o interior do meu coração, uma certeza absoluta de que essas promessas estavam sendo realmente cumpridas em mim. Não tive nenhuma manifestação imediata, mas fui para casa tremendamente feliz, tendo já recebido o batismo com o Espírito Santo “pela fé”, compreendi nitidamente, entretanto, o fato de que nessa experiência eu havia crido na Palavra de Deus, porque tratava-se de ma manifestação bíblica do Espírito, como no livro de Atos e, assim, eu cri totalmente e não pensei em mais nada. Desde aquele instante, minha alegria e satisfação foram intensas, até que aprendi, com dificuldade, como expressar-me na oração e louvor. A certeza de que Deus havia cumprido de fato sua promessa dava-me a convicção. Experimentei uma nova plenitude acima das palavras, e descobri que tornava-me cada vez mais difícil adequar à minha voz todo o louvor existente em minha alma. Essa situação continuou durante duas semanas aproximadamente, e então, numa noite, quando estava orando sozinho ao lado de minha cama, antes de ir dormir, e quando novamente não encontrei nenhuma palavra em inglês adequada para expressar o transbordamento de minha alma, descobri que estava começando a balbuciar palavras em uma nova língua. Eu estava numa condição de êxtase espiritual, e lancei-me inteiramente no Senhor. Pela primeira vez, eu, pessoalmente, senti a experiência registrada em 1 Coríntios 14.2. Um louvor crescente afluía agora em minha alma também nas reuniões, até que comecei a falar em outras línguas publicamente. Cantava muito em línguas também quando a pequena congregação era levada pelo Espírito Santo a esse fim durante nossos momentos de oração e adoração. Toda minha experiência cristã foi revolucionada. Eu não procurava mais aqui e ali por uma satisfação espiritual – eu havia encontrado. Todo o meu prazer estava na oração, no estudo da Bíblia e nos irmãos em Cristo.