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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Línguas estranhas - um refrigério para a alma

Falando em mistérios –línguas como uma fonte jorrante!
Por Stanley Horton



“Quando eu tinha 14 anos, meu irmão mais novo e eu passamos o verão com minha tia Ruth, irmã de minha mãe, e seu marido, Wesley R. Steelberg, pastor da Assembléia de Deus em Sacramento. Certa vez, na convenção dos Embaixadores Pentecostais para Cristo, fui à frente orar com os outros jovens. A presença do Senhor tornou-se tão real que desliguei-me de tudo, perdendo a noção do tempo. Finalmente, um homem bateu no meu ombro e perguntou; _ Você está bem? As luzes estavam quase todas apagadas, e as pessoas já tinham ido embora. Mas não recebi o batismo no Espírito Santo. Talvez eu estivesse um pouco hesitante, devido a um fato ocorrido quando eu tinha oito anos de idade. Alguns de nossos amigos haviam se associado a Frank Ewart, e fomos pressionados a participar de uma reunião especial. Depois do culto, alguém me levou até o altar e começou a forçar a minha mandíbula para tentar fazer-me falar em línguas. Quando meu pai percebeu o que estava fazendo, tomou-me pelo braço e levou-me embora. Nunca mais voltamos. Depois de terminar o curso secundário, ingressei na Faculdade de Los Angeles e dois anos após entrei para a Universidade da Califórnia, em Berkeley. Fiz algumas amizades na Primeira Igreja Pentecostal em Oakland, pastoreada por J. Narver Gortner. Seus sermões expositivos aumentaram meu amor ao batismo no Espírito Santo. Na universidade, onde me formei em ciências, deparei-me com certa confusão causada por alguns de meus professores, cujas idéias vieram a lançar dúvidas sobre a Bíblia. Eu não então da existência de bons livros, que poderiam ter-me ajudado. Certa noite, ajoelhei-me à beira da cama e clamei: _ Senhor, eu sou um salvo, mas não sei o que fazer quanto a essas dúvidas. Em resposta, o Senhor fez-me lembrar de quando meu avô, Samuel Horton, fez uma delicada operação da próstata. Ele tinha 75 anos, e eu cinco. Por alguma razão, os rins começaram a vazar, e os médicos o mandaram morrer em casa. Ainda posso lembrar a ambulância negra, meu avô sendo carregado numa padiola escada acima e a chegada de parentes e amigos para vê-lo morrer. Porém Joseph Clark, esposo de Rachel, irmã de meu pai, e pastor da Assembléia de Deus em Hollywood, Califórnia, conclamou-nos todos à oração. Não lembro as palavras de sua oração, mas tenho lembrança da maneira poderosa como o Espírito Santo o usou. Na manhã seguinte, minha ti Birdie, irmã mais jovem de meu pai, subiu para trocar as bandagens. O ferimento estava curado, exceto uma área de meia polegada que em cinco dias também estava completamente limpa e cicatrizada. Meu avô retornou ao trabalho e viveu até os 87 anos (...) Em seguida, o Senhor fez-me lembrar de meu primo, Charles Fisher, que aos 14 anos contraiu pólio. Os médicos não identificaram a doença, e lhe receitaram algumas pílulas para o estômago. Quando a paralisia o atacou, os médicos disseram: _ Desculpe, não podemos ajuda-lo. Seus pais o levaram ao Ângelus, onde oraram por ele. E ele começou a andar, a jogar futebol, alistou-se para a Segunda Guerra Mundial na marinha e nunca mais apresentou qualquer sintoma de pólio. Depois disso, o Senhor chamou-me a atenção para o que havia acontecido ao meu irmão Donald, uma não e meio mais jovem do que eu. Ele foi curado do que poderia ter sido pólio, aos quatro anos de idade. Todavia, na época em que ele fazia o curso secundário, tornou-se amargurado contra meu pai e contra Deus. Ele ainda freqüentava a igreja e a escola dominical apenas para acompanhar a família. Na classe de escola dominical, exigiam que respondêssemos à chamada com uma citação bíblica. Era seu costume extrair dos Salmos palavras de julgamento divino sobre os inimigos, tais como: “Sejam órfãos os seus filhos” (Sl 109.9). Não estava querendo ser engraçado, era um reflexo de sua amargura. Ao passar em casa para as comemorações de Natal, constatei uma mudança radical. Acontecera um avivamento na igreja local, e ele foi convertido e cheio do Espírito Santo. A amargura desapareceu, e a alegria do Senhor encheu-lhe o coração. Um milagre tão grande quanto o das curas. Essas lembranças animaram o meu coração, e logo depois, cerca de uma hora da manhã do Ano Novo de 1936, recebi o batismo no Espírito Santo. O mesmo Espírito tornou Jesus bem real para mim. Pude sentir o seu toque e a sua presença com nunca antes em minha vida. Porém, com havia falado apenas algumas palavras em línguas e ainda não totalmente restabelecido da experiência anterior, comecei a perguntar-me se o que eu havia recebido era realmente o que buscava. Na noite seguinte, prostrei-me diante do altar em oração. ninguém acercou-se de mim para orar em meu favor, porque eu já era batizado. Aquilo poderia ter sido um equívoco. As pessoas batizadas precisavam ser encorajadas a prosseguir. Não obstante, eu disse ao Senhor; _ Se há libertação nisso, então eu o desejo. Imediatamente, abriu-se uma torneira. E as línguas jorraram. Por duas semanas, quase não me foi possível falar em inglês