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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Línguas - chuva do Espírito Santo

Gotas de Chuva
Por Morris Cerullo

 “A Igreja Assembléia de Deus de Betânia, em East Patterson, era uma construção imponente. Havia sido uma igreja presbiteriana, e naquela época um vitral mostrado Jesus Cristo como o “Bom Pastor” foi avaliado em mais de vinte mil dólares. A Srª. Kerr observou-me durante o culto, para acompanhar minhas reações. Ao contrário do que esperavam, eu me senti muito à vontade com as pessoas louvando a Deus, porque isso era uma parte vital da experiência religiosa dos judeus. Estava acostumado à participação da congregação, entoando os Salmos e pronunciando as diversas preces. No final do culto um convite geral para que as pessoas fossem à frente e orassem. A Srª. Kerr se inclinou para mim e perguntou se gostaria de faze-lo. Fomos até o altar e eu me ajoelhei, exatamente abaixo do grande púlpito daquela igreja histórica. Quando olhei para cima, o púlpito artisticamente entalhado avultou sobre mim como uma montanha. Curvei a cabeça e comecei a orar. Em poucos momentos, todos os sons ao redor pararam de ser registrados por minha consciência. Logo em seguida me senti envolto numa presença maior do que jamais sentira em minha vida. Fiquei então impressionado, quando estendi o olhar para lá do grande púlpito, em direção à abóbada do teto do santuário. Não vi ninguém mais. Era como se estivesse ali sozinho. Minha impressão seguinte foi de que alguma coisa brilhante começava a cair do teto. Logo percebi que enormes gotas de chuva caíam vagarosamente em minha direção. Notei em seguida que cada gota tinha a forma de uma lágrima, e em cada lágrima havia uma palavra claramente escrita. Quando chegaram perto de mim procurei distinguir a língua em que estavam escritas, tendo observado não se tratar de inglês; tampouco era hebraico ou grego, visto que estudara essas línguas na escola e durante minha educação religiosa. As gotas foram caindo em todo o meu redor, e com os lábios fui repetindo as palavras que via escritas. Logo estava totalmente empenhado em pronunciar os vocábulos desconhecidos que a minha visão enxergava. Em poucos momentos a chuva passou e a visão terminou, mas as palavras desconhecidas que me fluíam dos lábios não cessaram. Como a Srª. Kerr acompanhava o que acontecera, uma tremenda confirmação se deu no seu coração batista: tudo aquilo era real. Ela sabia que eu não tinha conhecimento prévio dessa experiência, e que o que ali sucedera não fora resultado de poder de sugestão. Numa reflexão sobre os eventos do passado podemos ver perfeitamente a mão de Deus nos guiando um passo de cada vez – sempre provendo todas as nossas necessidades. Quando naquela noite chegamos à casa dos Maurer, a Srª. Kerr estava um tanto preocupada, pois eu ainda não falara muito em inglês, persistindo em falar a língua desconhecida. Acharam que seria bom telefonar ao pastor, o Rev. David Leigh, e descobrir o que estava acontecendo. Ele lhes garantiu que tudo estava bem, e que eu estava sendo batizado no Espírito Santo.”