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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Batistas também falam em línguas

Batistas que falam em línguas
Também já experimentei isso Por Stanley Horton


 “Quando criança, vezes sem conta ouvi os testemunhos de como Deus guiou meus pais e avós à Experiência pentecosta. Minha avó Clara, filha do professor Sanford, que ensinava grego e latim na Universidade de Siracusa e foi ordenado ministro batista, recebeu influência de várias direções. Suas primeiras experiências espirituais aconteceram em Chautauqua, Nova York, durante as férias de verão, quando pregadores de Keswick e professores da Inglaterra despertaram no seu coração o desejo de uma vida vitoriosa pelo poder do Espírito Santo. Pelo fato de seu pai ser professor, permitiram-lhe assistir todas as aulas do curso de bacharel, mas ela não recebeu diploma porque a universidade, na época, não diplomava mulheres. Por toda a sua juventude ela foi ativa nas associações de obreiras cristãs, chegando a presidir o capítulo de Nova York, que reunia jovens de várias denominações. Numa convenção na cidade de Nova York, ela conheceu A.B. Simpson e visitou sua igreja. Também foi uma das pregadoras do chamado Circuito de Chautauqua. Por volta de 1880, recebeu convite pra falar a um grupo de mulheres de uma igreja batista situada à margem do rio Erie, na Pensilvânia. Ela havia orado com determinação por aquele culto, e, quando levantou-se para pregar, começou a falar numa língua que desconhecia totalmente. Então o Espírito Santo deu-lhe a interpretação, que eram todas citações bíblicas agrupadas de modo a formar uma mensagem. As mulheres queriam saber que língua era aquela, mas ela não sabia. Nem mesmo entendera completamnte o que havia acontecido, a não ser que fora abençoada. Minha avó não contou a ninguém o que acontecera, embora numa oração solitária e fervorosa voltasse a falar a mesma língua. Desejando conhecer melhor a Bíblia, ingressou no Instituto Bíblico Moody, em Chicago. Certa ocasião, Dwight L. Moody e Reuben A. Torrey colocaram os alunos em fila e, caminhando por trás deles, diziam: _ Recebam o Espírito Santo. Torrey já havia ensinado que a experiência do batismo no Espírito Santo estava disponível a todos. (...) No domingo de Páscoa de 1906, a Srta. Seymour e alguns outros membros oriundos da Missão da Rua Azusa contaram como o Espírito Santo estava sendo derramado conforme Atos 2.4. Meu avô confessou haver algo que ele ainda não sabia sobre o derramamento do Espírito Santo, mas não conseguia descobrir o que era. À menção de Atos 2.4, ele convenceu-se de que o falar em outras línguas era a evidência que lhe faltava. Naquele culto, ele e muitos outros foram batizados no Espírito Santo. Mais adiante, ele levou minha avó à Missão da Rua Azusa, onde ela viu, ouviu e sentiu o que estava acontecendo. Então declarou: _ Eu já experimentei isso! Os irmãos retrucaram: _ Não pode ser. Você é batista! Eles estavam ensinando que o batismo no Espírito Santo era a terceira experiência depois da salvação e da santificação. Ela não argumentou, simplesmente dobrou os joelhos em oração e em poucos minutos estava falando em línguas. Um dinamarquês aproximou-se dela mais tarde e disse-lhe que ela havia falado no seu idioma. Minha mãe, na época com 11 anos de idade, ajoelhou-se pedindo pela santificação e em dez minutos estava falando em línguas sem ter consciência de qualquer experiência intermediária. Uma mulher negra, proveniente de uma ilha de fala francesa, procurou-a logo depois, dizendo que ela falara francês. Quando minha mãe era mais velha tornou a encontrar a mulher, que relembrou o fato e confirmou-o.