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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Um Elogio às Mulheres

A mulher virtuosa


Pv 31.10-31
Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias. 11 O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho. 12 Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. 13 Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. 14 É como o navio mercante: de longe traz o seu pão. 15 É ainda noite, e já se levanta, e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas. 16 Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho. 17 Cinge os lombos de força e fortalece os braços. 18 Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite. 19 Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca. 20 Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado. 21 No tocante à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate. 22 Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura. 23 Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra. 24 Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cintas aos mercadores. 25 A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. 26 Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. 27 Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. 28 Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: 29 Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas. 30 Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada. 31 Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público a louvarão as suas obras.





Sem dúvida alguma a poesia de Provérbios 31.1-31 não é apenas uma das mais belas da Bíblia, mas também de toda a literatura universal. Esse poema inspirado consegue nos fazer enxergar qual é o verdadeiro valor da mulher e dessa forma serve de manual como a mesma deve ser tratada. Mas uma coisa fica logo em evidência – o Sábio não fala de qualquer mulher! Não, ele fala da mulher virtuosa, aquela que possui virtudes e valores morais e espirituais.  Uma mulher que teme a Deus. Essa “Mulher Virtuosa” de Provérbios 31.1-10 contrasta com a “Mulher Vil” de Provérbios 11.22. Ao contrário da Mulher Virtuosa, a Mulher Vil é totalmente desprovida das virtudes e valores morais. Ambas são chamadas de “formosas”, mas a formosura da mulher Virtuosa é mais de natureza ética do que estética. É mais interior do que exterior. Ela tem em Deus a fonte de tudo isso! É por isso que ela merece ser ovacionada.

A mulher virtuosa como esposa
Tem a confiança e respeito do marido
As bases de um relacionamento são firmadas através da confiança e do respeito mútuo. Um relacionamento onde impera a desconfiança e o desrespeito está fadado ao fracasso. Acerca da Mulher Virtuosa, o texto diz: “O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho” (Pv 31.11). Ela é fiel! Fidelidade é um dos grandes pilares que dão sustentação a um casamento saudável. De fato a palavra hebraica batach, traduzida como “confiar”, significa também: sentir-se seguro, está despreocupado. A fidelidade blinda o casamento das intrusões! É exatamente o contrário de um relacionamento onde reina e a desconfiança. Alguém já disse que o ciumento envenena a comida de depois come! Quem possui uma mulher virtuosa não experimenta desse prato.
A escritora Cristiane Cardoso em seu livro A Mulher “V” – moderna à moda antiga, comentando sobre a mulher virtuosa de Provérbios 31, destaca:
“O marido da Mulher V confia nela porque ele sabe que pode confiar. Uma mulher confiável não precisa convencer as pessoas de que podem confiar nela; o seu comportamento diário diz praticamente tudo. Você é capaz de dizer se uma pessoa é madura ou não apenas pelo seu jeito de fala. Ela tem segurança para olhar nos seus olhos enquanto fala. Pode até ser tímida, mas sempre faz aquilo que precisa ser feito; é responsável com os seus afazeres. É por isso que a Mulher V não tem necessidade de coisa alguma, e nem deixa que sua família tenha. Ela apensa em si e na sua família como se fossem um só. Se a sua família está enfrentando dificuldades financeiras, ela não fica apenas esperando que as coisas melhorem – ela providencia para a sua família.
Seus planos, seus desejos, sua própria vida não são a sua prioridade. E, por causa disso, seu marido confia nela. Ele se sente seguro por estarem ambos no mesmo barco e por ele não estar remando sozinho. Sua esposa não apenas põe as necessidades de sua família em primeiro lugar como economiza – o que, para muitas mulheres, é coisa de outro mundo”.[1]

Tem a admiração e reconhecimento do marido
Uma das formas de demonstrar amor no relacionamento é reconhecer a importância que o outro tem para a relação. Esse reconhecimento deve se expressar em palavras e atitudes. Enquanto os homens são movidos mais pelo que veem, as mulheres são motivadas e respondem melhor pelo que ouvem! Daí aquela insistente pergunta feita ao marido: “Você me ama?” Não adianta se fazer de surdo e nem tampouco dizer que suas atitudes demonstram isso – é preciso dizer mesmo! Se a mulher de Provérbios 31 é Virtuosa, seu marido também o é. E ele expressa isso em atitudes e palavras: “Seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas” (Pv 28.29). Ele sabe que sua esposa é virtuosa e diz isso! A Palavra hebraica para “louva” é halal, que também pode ser traduzida como elogiar. O marido que tem uma esposa virtuosa deve tecer-lhe elogios tanto em seu lar como em público. O marido que destrata a mulher mata o casamento e peca terrivelmente contra Deus (1 Pe 3.7).
Essa necessidade de afeto que a mulher sente é bem ilustrada pelos escritores Renato e Cristiane Cardoso:
“A proximidade física do homem e da mulher fala muito mais do que palavras. Muitos casais, com o passar dos nãos, vão se separando, dormem em camas separadas, vivem respeitosamente na mesma casa como irmãos, mas são indiferentes um com o outro. Quando vem a vontade fazer sexo, o homem acorda a mulher à noite e só diz: “vamos lá”. Aí ele quer que ela esteja pronta, enquanto durante o dia, a semana, ou o mês inteiro, ele não deu a ela nenhum carinho.
Às vezes o homem tem vergonha de beijar e abraçar a mulher em público. Outros não gostam de dar as mãos. A mulher sente essa necessidade, principalmente quando está estressada, e quando ele nega esse contado físico, ela se sente rejeitada. Se você quer ter uma mulher que se sente valorizada e amada, e doida por você na cama, deve saber que esse afeto físico tem que estar sempre presente no seu relacionamento, principalmente nas horas que vocês não estão na cama”.[2]

A mulher virtuosa como mãe
É educadora
Duas coisas são ditas sobre a Mulher Virtuosa em Pv 31.25, que merecem nossa atenção: “Força e a dignidade são os seus vestidos” (Pv 31.25). O escritor Carl Schultz, erudito em Antigo Testamento e hebraico bíblico, observa que a palavra hebraica ‘oz, traduzida como força, é usada no texto bíblico com sentido literal e figurado.[3] Figuradamente é usada para descrever a segurança experimentada pelos justos (Sl 62.7; Pv 18.10).  Por outro lado, a palavra “dignidade” traduz o hebraico hadar, significando: ornamento e honra. A poesia, portanto, fala dos valores morais com os quais está vestida a mulher virtuosa.  Ela é segura, confiante e age com dignidade – são com esses valores que, como mãe, que ela educará aos seus filhos.
A mulher, portanto, tem sua participação na criação de valores na criança, mas essa missão não é dela somente. Educar tomando por base os valores é uma missão do casal. Em seu livro Quem Ama Educa, o psiquiatra e educador Içami Tiba escreve sobre a “missão ética” que o casal tem em relação aos filhos:
“Quando o filho não respeita os pais e estes nada fazem, ele se sente autorizado a desrespeitá-los. Isso dá poder ao filho, desencadeando a inversão de valores.
Quando os pais fazem, mesmo por amor, os deveres do filho, são antiéticos. Quem está sendo enganado? Quem é o principal prejudicado?
Quando os pais arrumam a bagunça do filho, estão criando um folgado. Não é ético ser folgado, porque sempre há alguém sufocado debaixo dele. Se o filho joga lixo no chão e a casa está limpa, o sufocado pegou esse lixo por ele.
Falar mal da mãe ou do pai ausente, alem de não agradar à criança, é prejudicial à educação ética porque gera insegurança e consequentes danos à auto-estima. Alem disso, prejudica a educação da criança, que absorve esse costume do “como somos”. Lembre-se: quem fala mal de uma para o outro, quando encontra um terceiro pode também falar mal do outro.
Evitem mentir  ou dar desculpas esfarrapadas na frente da criança e muito menos pedir-lhe ajuda para esse fim. Assim, evita-se a criação de um mentiroso, um dos primeiros estágios da delinquência”.[4]

É afetuosa
Uma das grandes causas da delinquência juvenil, sem dúvida alguma pode ser encontrada na afetividade que o agora adolescente não teve na infância. Afeto gera afeto. Se os filhos da Mulher Virtuosa “levantavam-se e lhe chamavam ditosa” (Pv 31.28), é porque ela lhes deu afeto e atenção quando eles precisavam. “Ditosa” mantém também o sentido de bem-aventurada no hebraico. É como se os filhos olhando firmemente para mãe, dissessem: “Mulher guerreira, que soube nos criar com amor”. Infelizmente há muitos mães e pais que não demonstram afetividade nenhuma pelos filhos. Falam com rispidez e, infelizmente, alguns até mesmo xingam os filhos! Não é a toa que também sejam tratados com a mesma moeda.

A mulher virtuosa como trabalhadora
É dona de casa
Há algum tempo foi divulgada uma pesquisa feita com mulheres executivas nos Estados Unidos da América. A pesquisa foi feita com mulheres executivas, sendo que muitas delas exerciam cargos de liderança em multinacionais. A pesquisa queria saber o que as fazia se sentir realizada como mulher. O resultado foi surpreendente – a maioria respondeu dizendo que a realização delas estava em ser esposa, mãe e dona de casa. A mulher Virtuosa de Provérbios 31 já se sentia assim: “Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça” (Pv 31.27). Quando a situação requer o marido deve ajudar a esposa nas tarefas domésticas. Ajudar a lavar as louças, fazer o arroz e jogar o lixo fora não tira pedaços de ninguém! Basta o esposo observar a atuação da mulher virtuosa no lar para eu ele se sentir quão ingrato tem sido! Ela faz bonito e faz bem feito! Mulher virtuosa é assim!
“A mulher que Deus descreve em Provérbios 31”, observa Jaime Kemp, “tinha serva (versículo 15). Certamente, não há nada de errado em recebermos ajuda de uma pessoa. Porem, observe que ela não deixava de se envolver com o bom andamento da casa – ela controlava as atividades e a atmosfera do seu lar.
Se temos alguém que nos ajuda em casa, precisamos ter cuidado para que isso não seja uma tentação, uma porta aberta para fugirmos e deixarmos os nossos filhos e as nossas obrigações nas mãos de outra pessoa. Devemos aproveitar a ajuda que recebemos para fazer coisas “especiais” para a nossa família; para estar disponível quando os nossos filhos precisarem de nós; para procurar meios criativos de ajudar nossos maridos”.[5]

É empreendedora
A missão de uma mulher é bem complexa: esposa, mãe, dona de casa e em muitos casos, trabalhadora e empreendedora. No atual contexto social as mulheres trabalham dobrado – além das tarefas domésticas dentro do lar, precisam trabalhar fora para complementar a renda familiar. Isso a mulher virtuosa de Provérbios 31 também fazia: “Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho” (Pv 31.16). Aqui muitas delas não obtêm o reconhecimento do marido que acaba por achar que elas não fazem nada alem de suas obrigações. A única coisa que muitos sabem fazer é cobrança! Se a esposa trabalha fora para ajudar o marido, então porque este não a ajuda dentro de casa? Por que querer tudo na mão?
Lawrence Richards ao comentar sobre o lado empreendedor da Mulher Virtuosa destaca que:
“O que é surpreendente sobre a descrição de Provérbios 31 é o fato de contradizer tão vigorosamente a opinião de alguns cristãos de que uma boa esposa deve ficar em casa, ter bebês e se ocupar do trabalho de casa. Provérbios 31 nos mostra uma mulher do Antigo Testamento que é, na verdade, uma mulher de negócios, que usava ao máximo os seus talentos e as suas capacidades, e realizava o mesmo tipo de tarefas que os homens daquela sociedade realizavam.
A “mulher virtuosa”do Antigo Testamento não é a mulher silenciosa e subserviente que tantos cristãos imaginam, mas uma mulher decidida e realizada, cujo sucesso a revestiu “de força e glória” e que se sabe que fala “com sabedoria”, pois “a lei da beneficência está na sua língua”.[6]

A mulher virtuosa como serva de Deus
Dá um bom testemunho
Um dos contrastes que chama a atenção no livro de Provérbios é o existente entre a mulher insensata e a mulher virtuosa: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos a derriba” (Pv 14.1). É preciso vigilância porque muitos casamentos têm fracassado devido a falta de sabedoria, prudência e sensatez de muitas mulheres. É o simples zelo que se transformou em um ciúme possessivo e controlador; é uma intimidade do casal do casal que acabou indo parar na rua, etc. O mundo lá fora passa então a ver o marido desse tipo de mulher como um “sofredor” e “coitadinho”. É exatamente o oposto do que pensam do marido mulher virtuosa: “Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra (Pv 31.23).
Em seu comentário do livro de Provérbios, Antonio N. Mesquita destaca:
“Parece que o marido dessa mulher ocupava um lugar destacado junto às portas da cidade, onde eram decididos os assuntos menos graves entre o povo. Os maiores eram levados ao rei. Esse marido é estimado entre os juízes, pois uma mulher assim honra o seu marido em qualquer posição social. Era costume primitivo entre os orientais assentarem-se os homens de respeitabilidade à porta de entrada das  cidades e ali eram decididas queixas de uns contra os outros. Foi à porta da cidade que os anjos encontraram Ló (Gn 19.1)”.[7]
1.      É temente a Deus
Tudo o que o que foi dito da mulher virtuosa de Provérbios 31, só foi possível porque ela temia ao Senhor. Ela é uma serva de Deus! “Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público a louvarão as suas obra” (Pv 31.30,31). Esse temor do Senhor faz com que ela seja estimada dentro e fora de casa. O Sábio já havia chamado a atenção para isso, quando disse: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv 1.7).
Comentando os versículos 30 e 31 do livro de Provérbios, o expositor bíblico William MacDonald destaca:
“Aqui o autor concorda com a afirmação do marido. De fato, algumas mulheres são graciosas, porem não tem sabedoria; são formosas, porem insensíveis; mas a mulher que teme ao Senhor, conforme a descrição acima, será reconhecida publicamente por sua diligência, seu caráter nobre e suas surpreendentes realizações.
É bastante adequado e digno de nota que Provérbios termine exaltando a mulher idônea. Três mulheres se destacaram nesse livro: a personificação da sabedoria e seu convite para o banquete, a mulher imoral ou prostituta e, por fim, a mulher virtuosa (ou esposa exemplar).”[8]
Em um mundo onde as pessoas se guiam mais por valores estéticos do que éticos, as virtudes acabam sendo esquecidas. Essa inversão de valores produz consequências danosas dentro da sociedade, sendo que o lar é a sua maior caixa de ressonância. No meio de tudo isso Provérbios 31.1-31, se levanta como um baluarte em defesa dos valores da mulher, que passa a ser reconhecida como gente, não como mercadoria. Mas não apenas isso. Dá a mulher o devido reconhecimento do seu papel como esposa, mãe, dona de casa, trabalhadora e serva de Deus.
Em seu comentário de Provérbios 31, o expositor bíblico F.B. Mayer conclui:
“A mulher ideal, aqui retratada, é uma esposa. Ela é o apoio e a segurança do seu marido. Não somente quando chega à sua casa, ainda recém-casada, na glória e beleza de sua mocidade, não somente quando sua beleza feminina prova a admiração dele, mas, muito depois e até ao fim da vida ela lhe faz bem. Ela está sempre atarefada. É econômica na administração dos rendimentos dele. Se ele traz o dinheiro para ela, gasta-o economicamente visando ao bem-estar de ambos.
É no lar que o homem acumula forças para sua vida pública. No lar, a mulher lhe comunica a inspiração e a força que o fazem “estimado entre os juízes”. Seu segredo: discreta lealdade, sabedoria e economia inspiram crescente aprofundamento e apreciação, de modo que o homem que na primavera a escolheu dirá dela entre os flocos de neve da velhice: “Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a toas sobrepujas”.[9]


Texto extraído do meu livro: SÁBIOS CONSELHOS PARA UM VIVER VITORIOSO, CPAD 2013


Notas




[1] CARDOSO, Cristiane. A Mulher V – moderna à moda antiga. Editora Thomas Nelson. Rio de Janeiro, 2013.
[2] CARDOSO, Renato, CARDOSO, Cristiane. Casamento Blindado – o seu casamento à prova de divórcio. Editora Thomas Nelson. Rio de Janeiro, 2012.
[3] Veja a obra Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Editor Vida Nova.
[4] TIBA, Içami. Quem Ama Educa, São Paulo. Editora Gente.
[5][5] KEMP, Jaime. Sua Família Pode ser Melhor. Editora Palavra, Brasília, 2007.
[6] RICHARDS, Lawrence. Comentário Devocional da Bíblia. CPAD, Rio de Janeiro, 2012.
[7] MESQUITA, Antonio Neves. Estudo no Livro de Provérbios – princípios para uma vida feliz. Editora JUERP, Rio de Janeiro, 1979.
[8] MACDONALD, William. Comentário Bíblico Popular – Antigo Testamento- versículo por versículo. Editora Mundo Cristão, São Paulo, 2010.
[9] MAYER, F.B. Comentário Bíblico F.B. Mayer. Editora Betânia, Belo Horizonte, 2002.