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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Como se libertar do vício sexual e da pornografia

O sexo se tornou o deus desta era! Escândalos sexuais envolvendo pastores, padres ou líderes religiosos sempre aconteceram na história das religiões. Isso, portanto, não é nenhuma novidade nem tampouco motivo para admiração. Todavia não podemos negar que relatos onde é denunciados o envolvimento de religiosos, inclusive pastores, em práticas sexuais ilícitas têm aumentado em escala geométrica. As cifras já alcançam proporções assustadoras. Agora mesmo quando escrevo este capítulo um famoso blogueiro está expondo na sua página a prisão de um pastor acusado de pedofilia. Ele faz questão de mostrar que se trata de um “pastor da Assembleia de Deus”. Isso é uma observação desnecessária, bairrista e tola, pois batistas, presbiterianos, metodistas e todos os ramos do protestantismo e também do catolicismo, inclusive da confissão de fé desse blogueiro, tem experimentado o gosto amargo advindo com a queda de seus clérigos. 
Depois que escrevi em 2006 o livro: Por que Caem os Valentes?, tenho recebido dezenas de e-mails de crentes, muitos deles pastores, contando suas tentações ou  narrando alguma aventura sexual que tiveram. Não estou aqui me referindo a uma simples tentação sexual, pois acredito que todos nós estamos sujeitos a ser tentados. Refiro-me a algumas práticas que são chocantes e que de tão sórdidas que são, fica até mesmo difícil de acreditar que as pessoas envolvidas nesses relatos sejam de fato crentes nascidos de novo. Os relatos incluem desde a existência de um “simples caso” até mesmo a prática de pedofilia. Em um deles o amado irmão que me escreveu detalhou a sua odisseia. Narrou que logo após seu casamento envolveu-se com uma antiga namorada e também com a esposa de um parente próximo. Chegou ao fundo do poço quando descobriu que estava assediando uma menina de onze anos. Arrependeu-se, mas as suas palavras demonstram que continua com feridas profundas na alma!
O que então está errado com a sexualidade dos evangélicos hoje? De início podemos afirmar sem medo de errar que é muito mais fácil pecar hoje do que ontem. É mais fácil cometer algum pecado sexual hoje do que há vinte anos passados. Quando me converti ao evangelho, por exemplo, no inicio dos anos oitenta, o acesso a uma revista masculina era muito mais difícil para quem era menor de idade. Alem da embalagem plástica que protegia o periódico, havia também uma tarjeta onde se lia: proibido para menores de dezoito anos! Com o advento da Internet esse fraco muro de proteção foi implodido e o acesso ao caudaloso rio da pornografia está à disposição de crianças, adultos e velhos. Evidentemente que as mídias sociais: Orkut, Facebook  e  MSN, apenas para citar os mais populares, pontencializaram em muito a possibilidade de alguém se prender nas teias da tentação sexual. Não é mais novidade alguma que a Internet se tornou a grande confidente de homens e mulheres que estão vivendo alguma desilusão nos seus casamentos. A porta está escancarada para uma aventura sexual.
Foi isso que ouvi de um colega pastor quando estive pregando em um outro estado da federação (Ouvi algo incrivelmente semelhante em meu estado). Contou-me que acabara de ver um lar sendo desfeito por conta de um caso extraconjugal envolvendo membros de sua igreja. Segundo me disse, o esposo o procurou para relatar o que havia descoberto no histórico das redes sócias visitadas por sua esposa. Desconfiado do comportamento de sua esposa, aquele irmão contratou um racker  para instalar um programa espião em seu computador e assim acompanhar as páginas que a sua esposa visitava na Internet. Foi ai que descobriu que a ela havia se envolvido com um outro homem, inclusive se despindo em frente de sua webcam para o seu amante virtual.  O amante virtual se tornou real e o casamento, que começou como um ideal desabou!
Como vimos o advento das mídias eletrônicas e a criação do seu universo virtual, de uma forma mais específica com a criação das redes sociais tais como: Orkut, Face book, MSN,etc., cresceu em proporção geométrica as possibilidades de alguém vir a ter um “caso”extraconjugal. As estatísticas mostram que de fato isso já está acontecendo. Cresce a cada dia o número de lares desfeitos, e com eles um conjunto de consequências nefastas para a sociedade, por conta da infidelidade conjugal. As igrejas também tem sofrido o efeito desse mal.
Convém dizer, no entanto, que a infidelidade conjugal não é algo novo. Sendo a sexualidade algo intrínseca do próprio ser humano, o desejo por satisfação sexual acompanha tanto o homem como a mulher. A forma de expressar esse desejo é que é o X da questão. Para o mundo não há regras, mas para o povo de Deus as Escrituras demarcam com precisão em que espaço isso deve acontecer – dentro do casamento legitimamente instituído por Deus. É exatamente aqui que encontraremos os conselhos da sabedoria bíblica para nos orientar contra as intrusões que procuram destruir a vida do casal.
Sábios conselhos sobre a sexualidade humana
É uma dádiva divina

Uma boa parte dos conselhos de Salomão diz respeito a sexualidade humana e a sua forma correta de expressão. Assim sendo ele dedicou boa parte de três capítulos do seu livro para falar de uma forma profunda sobre o sexo e os desvios aos quais ele está sujeito (Pv 5.1-23; 6.20-35; 7.1-27; 9.13-18). Nestes provérbios há dezenas de máximas que são verdadeiras pérolas que deverão servir de adorno a um relacionamento saudável.
O sábio, quando ainda discorria sobre os perigos da infidelidade conjugal em Pv 5.1-23, adverte: “Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do Senhor, e ele considera todas as suas veredas” (Pv 5.21). O sexo, incluindo a sua forma correta de expressá-lo, é algo que interessa ao Criador. O Senhor “considera todas as suas veredas”, demonstra um claro cuidado de Deus pelo exercício correto da sexualidade. O sexo é uma criação divina e como tal é uma dádiva à humanidade. Deus considera os caminhos do homem e isso inclui a sua forma de conduzir a sua sexualidade. Não, o sexo não é algo mau ou maligno, ele é divino e, portanto, é também espiritual (1 Pe 3.7)

É algo também humano

Ao dar início a sua coletânea de conselhos como evitar as intrusões na vida conjugal, Salomão chama a atenção do seu “filho”: “Filho meu, atende a minha sabedoria; á minha inteligência inclina os ouvidos para que conserves  a discrição, e os teus lábios guardem o conhecimento” (Pv 5.1). Aqui o texto hebraico de Provérbios tem a palavra ben, traduzida em nossas Bíblias como “filho”. Essa mesma expressão ocorre também nas advertências contra o adultério nos seguintes textos: Pv. 6.20; 7.1. Essa palavra pode se referir a um filho biológico como também a um discípulo. Em todos os casos, a exortação é dirigida a alguém que é humano. Somos humanos e o sexo faz parte de nossa natureza humana e é por isso que estamos sujeitos à tentação! No céu na haverá necessidade da expressão sexual (Mt 22.30) por isso devemos buscar expressar nossa sexualidade com amor dentro dos limites estabelecidos pelo criador.


Sábios conselhos para entender as causas da infidelidade
Concupiscência, luxúria e desejo descontrolado

Um fato interessante logo salta aos olhos de quem ler os conselhos contra a mulher adúltera no livro de Provérbios – não há referência ao diabo nessas advertências! O sábio parece não responsabilizar o anjo caído pelo fracasso moral de alguém, mas põe toda responsabilidade naquele a quem chama de “filho meu”. Não há dúvida que o diabo já existia antes de Salomão e também nos dias dele. Foi Satanás quem incitou Davi a levantar o censo muito antes de Salomão subir ao trono (1 Crônicas 21.1; 2 Sm 24.1), e com certeza Salomão sabia disso. Mas mesmo assim ele nos responsabiliza. Somos agentes morais livres. Temos o poder de escolher o bem ou o mal. Temos desejos tanto bons como ruins e são esses desejos (cobiça) pecaminosos ou concupiscências que nos levam a queda!  É por isso que o sábio aconselha: “Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te deixes prender por suas olhadelas” (Pv 6.25, veja ainda Gl 5.16).
Ao escrever sobre a natureza da concupiscência, o psiquiatra cristão John White afirmou: “O desejo legítimo dado por Deus se transforma em luxúria no momento em que fizemos dele um deus. Adorar comida é luxúria. A preocupação neurótica em dormir também. A escravidão às sensações eróticas representam a luxúria sexual”.[1]
Ainda segundo White, “o sexo pode ser um anseio quando o amor e o desejo sexual estão separados. Faz pouca diferença a forma da atividade – sexo heterossexual dentro do casamento, ou qualquer outro prazer erótico. Quando amor e desejo sexual não estão juntos (situação extremamente comum), o erotismo assemelha-se ao manjar turco mágico de Edmundo. Ao final, o anseio leva a formas de sexo ilícitas ou patológicas. O mal atinge seu objetivo. Caímos em desejos que nos deixam viciados em pornografia, masturbação, necessidade excessiva de relações sexuais (hetero ou homossexuais), molestamento de crianças e todas as formas de perversão. Ponto comum em tudo isso é uma fome que nunca se aplaca, que deixa o individuo mais vazio do antes”.[2]

Carências

Atente para o texto seguinte: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo.” (Pv 5.15-17). O sábio usa algumas metáforas para dar conselhos de como deve ser a vida sexual do casal.   “Bebe a água da tua própria cisterna”. Isso mostra que o sexo não deve ser praticado apenas como um dever que um dos cônjuges deve ao outro (1 Co 7. 3), mas como algo prazeroso assim como é prazeroso se beber água! Quando esse princípio não é observado então um dos cônjuges ficará com a sensação de que alguma coisa está faltando! E está mesmo! Infelizmente muitos vão buscar noutra fonte a água para matar essa sede: “Vem, embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã; gozemos amores” (Pv 7.18).
O escritor Harry W. Schaumburg, observa que o sexo sem amor, além de gerar um vicio sexual, acaba por criar uma falsa intimidade:“Isso é essencialmente uma ilusão criada pela própria pessoa para ajudá-la a evitar a dor inerente à intimidade real. A falsa intimidade pode ser tão superficial quanto um marido olhar a esposa e imaginá-la como tendo longos e lindos cabelos castanhos. Algo muito mais profundo encontra-se refletido em sua imaginação. Simplificando, ele deseja mais do que tem e demonstra perceber a falta de algo. A falsa intimidade está sempre presente no vicio sexual. A pessoa que é sexualmente revoltada tem um estilo próprio de aversão sexual. Sexo, para ela, é consumidor, pois precisa ser evitado a todo custo. A pessoa que é sexualmente obcecada, por outro lado, vive para o prazer sexual. O sexo também aqui é consumidor, pois precisa se obtido de qualquer modo”.[3]

Sábios conselhos sobre as consequências da infidelidade
Destruição da comunhão familiar

Uma das primeiras consequências da infidelidade conjugal é a total desestruturação da família. O Sábio avisa que o “fim dela é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes” (Pv 5.4). Esse fim amargoso respingará nas famílias envolvidas. O sentimento de vingança estará bem presente no cônjuge traído: “O ciúme excita o furor do marido; e não terá compaixão no dia da vingança” (Pv 6.34). Por outro lado, “acharás acoites e infâmia, e o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6.33). Se pensássemos que a infidelidade conjugal produz uma nódoa que jamais se apagará, teríamos mais cuidado quando lidássemos com o sexo oposto. Mas Deus não perdoa quem cometeu esse pecado? Sem dúvida que perdoa, mas as consequências ficam! Uma delas é a honra que nunca mais será restabelecida: “para que não dês a outro a tua honra” (Pv 5.9).

Destruição da comunhão com Deus
É trágico quando alguém perde a comunhão familiar por conta de um relacionamento extraconjugal, todavia é mais trágico ainda saber que a comunhão com Deus foi perdida. Salomão sabe desse fato e por isso aconselhou: “Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno” (Pv 9.18). A palavra hebraica usada aqui para inferno é sheol, e designa o mundo dos mortos. De fato a expressão “ali estão os mortos” no hebraico significa: espíritos dos mortos ou região das sombras. O Novo Testamento alerta que os adúlteros ficarão de fora do reino de Deus (1 Co 6.9). O que tudo isso quer dizer? Significa que essa será a consequência que sofrerá quem cometeu esse pecado e não se arrependeu! Por isso tenha muito cuidado com o que é proibido, pois parece mais excitante e mais doce, mas leva à morte (Pv 9.17).

Sábios conselhos como se prevenir contra a infidelidade

Sexo com intimidade

Já estou no ministério pastoral de tempo integral há quase uma década e meia e nesses anos tenho trabalhado diuturnamente com casais. Usando uma técnica simples na terapia com casais descobri que uma grande percentagem dos casais fazem sexo, mas o fazem sem intimidade alguma! Há sexo, mas não há amor. Há coito, mas não há intimidade! Observe o conselho de Salomão quanto a isso: “Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias. Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra?” (Pv 5.18-20). Há maridos que não demonstram o mínimo afeto com a esposa e vice-versa. Deus criou o sexo para ser desfrutado com afeto, amor e intimidade. Sem isso o relacionamento sexual não atende aos propósitos divinos.
A intimidade sexual permite que os cônjuges vivam um relacionamento sadio, conforme o plano idealizado por Deus para eles. “Esta é intimidade sexual e relacional que dois cônjuges compartilham dentro de seu matrimonio comprometido, amoroso. As dúvidas sobre si mesmos existem, mas o casal se comunica e se deleita um no outro relacional e sexualmente. Considerando a realidade de um mundo de relacionamentos imperfeitos, ambos os cônjuges enfrenta decepções. Dentro do gozo da intimidade real, experimentam o temor de se exporem, o medo de abandono, o medo da perda de controle e o medo de seus respectivos desejos sexuais. Em sua expressão sexual, ambos são dependentes do que  o outro cônjuge fará e abertos a isso”.[4]

Apego à palavra de Deus e disciplina

Como o antídoto contra a infidelidade, Salomão aconselha o apego à palavra de Deus e a disciplina: “Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe; ata-os perpetuamente ao teu coração, pendura-os ao pescoço. Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida; para te guardarem da vil mulher e das lisonjas da mulher alheia” (Pv 6.20-24).[5]
Visando um maior controle sobre o uso das mídias eletrônicas, aconselho:
1.                  Evite acessar o computador quando estiver sozinho. O ideal é que o limite do cristão seja interior e não exterior (Gl 5.16). Todavia essa prática é importante até que o domínio próprio se torne um hábito (1 Cor 6.12). Quando o cristão aprende a andar no Espírito, então ele terá o domínio necessário para navegar na rede tanto na presença de alguém como na ausência (Rm 8.13).
2.                  Evite programas de auditório ou reality shows onde é explorada a sensualidade, por exemplo, Big Brother, A Fazenda. Pode ser apenas um programa de auditório, como esses exibidos nas tardes de domingo onde há a presença de uma sensualidade legalizada. Podemos incluir aqui programas como Pânico na TV. Parece um excesso de zelo, mas não é. Se você não se prevenir, essa sensualidade legal acabará por levá-lo para o pecado sexual.
3.                  Eugene Getz aconselha a cancelar a sua TV por assinatura! Eu já fiz isso quando descobri que naquela prestadora de serviços havia canais, que mesmo não sendo “adultos”, faziam publicidade erótica para aqueles que eram de fato considerados sexy hot. Posteriormente contratei os serviços de uma TV por assinatura com programação voltada mais para a família.
4.                  Evite bancas de revistas e locadoras de vídeos destinados à promoção desse tipo de material.
5.                  Renove a sua mente diariamente pela leitura da palavra de Deus.
6.                  Desenvolva o hábito da oração. Lembre-se que essa é uma guerra espiritual e por trás desses vícios há demônios querendo escravizá-lo.
7.                  Desenvolva relacionamentos fortes com quem pode ajudá-lo na intercessão. Peça ajuda a um amigo ou amiga que você sabe que é alguém com um ministério de intercessão.
8.                  Evite salas de bate-bapo com pessoas desconhecidas. E quando se tratar de amigos ou amigas evite criar um vinculo emocional onde as garras da tentação sexual possam ser fincadas em você. Nesse tipo de conversa deixe bem claro que você é uma pessoal fiel a Deus.
9.                  Tenha cuidado quando se hospedar em algum hotel. Geralmente esses hotéis possuem TV a cabo com dezenas de canais disponíveis. É possível que dentre um deles você encontre algum que promova a impureza sexual. Um grande amigo meu e um dos maiores pregadores do Brasil, disse-me que quando está hospedado em um hotel e se depara com um desses canais que fazem promoção do sexo, ele simplesmente passa imediatamente para um outro ou desliga a TV. Uma demora aqui costuma ser fatal.
10.              Vigie o seu celular e Ipad. O acesso ao mundo virtual através dessas máquinas pode se tornar um tropeço para você.
11.              Arrependa-se se você se expôs à pornografia. Vigie e não permita que isso se torne um hábito. Exponha diante do Senhor toda atitude, pensamentos ou práticas que demonstre inclinação para a impureza sexual. Não deixe esse tipo de entulho acumular em sua mente.
12.              Vigie o seu vocabulário, inclusive piadas quentes. Muitas vezes as palavras revelam o que está por dentro do indivíduo.
13.              Lembre-se: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1 Cor 10.13).
14.              Ande no Espírito e você jamais irá satisfazer os desejos impuros da carne (Gl 5.16).
Vimos que a fidelidade conjugal é o que Deus idealizou para seus filhos.  a realidade da tentação somados à natureza adâmica que herdamos fazem com que a possibilidade de não vivermos esse ideal seja algo bem real. Todavia o Senhor nos deixou a sua palavra com dezenas de conselhos para nos prevenir para não cairmos nesse abismo.

(texto extraído do livro de minha autoria: Sábios Conselhos Para Um Viver Vitorioso (CPAD, 2013). 


Notas




[1] WHITE, Jonh. O Eros Redimido – ABU, Rio de Janeiro, 2004.
[2] WHITE, John. Idem. P.99.
[3] SCHAUMBURG, Harry W. Falsa Intimidade – vencendo a luta contra o vício sexual. Ed. Mundo Cristão, São Paulo, 1995.  
[4] SCHUMBURG, Harry W. Falsa Intimidade – vencendo a luta contra o vício sexual. Editora Mundo Cristão. São Paulo, 1995.
[5] Observe essas orientações que o pastor Edison Queirós dar para o líder casado:  A)Trate o sexo oposto com a devida distância. Cuidado com beijinhos e toques de mão; b) Evite estar sozinho com uma pessoa do sexo oposto; c)Evite andar de carro com uma pessoa do sexo oposto (desde que não seja sua esposa ou parente), para evitar a aparência do mal; d)Escolha um modelo de porta para o seu gabinete pastoral que contenha uma parte em vido transparente; e) Ouça a sua esposa.