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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A raiz de todos os males - o que o amor ao dinheiro pode fazer.

Lidando de forma correta com o dinheiro
                                                                                   

Pv 6.1-5
Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro e se te empenhaste ao estranho,
2 estás enredado com o que dizem os teus lábios, estás preso com as palavras da tua boca.
3 Agora, pois, faze isto, filho meu, e livra-te, pois caíste nas mãos do teu companheiro: vai, prostra-te e importuna o teu companheiro;
4 não dês sono aos teus olhos, nem repouso às tuas pálpebras;
 5 livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro.




O amor ao dinheiro!
Há muitos males sendo praticados na superfície terrestre no atual momento e muitos outros já aconteceram no passado. Guerras, assassinatos, fomes, estupros, etc, e uma boa parte deles tem como causa primária o amor ao dinheiro. De fato a Escritura afirma isso quando diz: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (1 Tm 6.10).
Em sua poesia: A Escrava do Dinheiro, Patativa do Assaré, disse com acerto:
“Dinheiro transforma tudo,
Dinheiro é quem leva e traz,
Eu nem quero nem dizer
Tudo o que o dinheiro faz.
Apenas aqui eu conto
Que ele pra tudo tá pronto,
Ele é cabreiro e traidor,
É carrasco e é vingativo,
Só presta pra ser cativo,
Não presta pra ser senhor.”[1]
Já vimos que ser rico ou possuir bens, dinheiro, não é errado, pois é “a benção do senhor quem enriquece” (PV 10.22). Todavia amar o dinheiro se constitui em um mal. O dinheiro como servo é um excelente amigo, mas como senhor torna-se um tirano cruel.
Neste capítulo aprenderemos os conselhos dos sábios como usar o dinheiro de uma forma correta e assim agradarmos a Deus. Só assim desfrutaremos dos benefícios que o correto uso do dinheiro traz.
Cuidado com fianças e empréstimos
Fiança

O dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio, assim define a palavra fiador: “Aquele que fia ou abona alguém, responsabilizando-se pelo cumprimento de obrigações do abonado; aquele que presta fiança.” O conselho do sábio é: “Quem fica por fiador de outrem sofrerá males, mas o que foge de o ser estará seguro” (Pv 11.15). Cuidado ao se tornar fiador ou avalista de alguém! Já vi gente se tornar fiador de empréstimos de terceiros e perder tudo quanto tinha para o Banco porque o avalizado não honrou seu compromisso! Cuidado com o cartão de crédito e com os famosos cheques emprestados e pré-datados, pois, este último é uma ordem de pagamento a vista, e se não houver fundos para cobri-lo na data da apresentação, será juntado à lista de cheques sem fundos. Muita gente já teve dor de cabeça por se torna fiador de outrem. 
Certa vez fui procurado por um amigo que queria que eu lhe emprestasse algumas folhas de cheques. Explicou que havia montado um negócio e precisava desses cheques para poder negociar com os credores. Emprestei-lhe então algumas folhas. No mês seguinte ele procurou-me novamente pedindo mais folhas de cheques. Como das outras vezes, emprestei-lhes. O processo se repetiu por uns seis meses sem problema, mas certo dia após conferir o meu extrato bancário observei que uns dos cheques emprestados àquele amigo foram descontados antes do prazo previsto. O cheque foi apresentado ao Banco e este efetuou o pagamento, mesmo antes da data prevista: “bom para o dia...”. Liguei para ele para informar do incidente e ouvi a explicação que isso não iria mais ocorrer. Todavia pouco tempo depois o processo voltou a se repetir. Desta vez informei-lhe que iria sustar os cheques porque eu não dispunha de fundos para cobri-los e se outros cheques fossem apresentados, eu seria posto no cadastro do SERASA. Foi o que fiz. Essa minha decisão foi suficiente para deixá-lo furioso e romper nossa amizade. Depois desse incidente resolvi não emprestar mais folhas de cheques a ninguém. Não quero perder mais os amigos!

Empréstimo

Mais uma vez o dicionário de Aurélio nos auxilia. De acordo com essa obra, emprestar é: “Confiar a alguém (certa soma de dinheiro, ou certa coisa), gratuitamente ou não, para que faça uso delas durante certo tempo, restituindo depois ao dono”.  O conselho encontrado nos Provérbios é: “Não estejas entre os que se comprometem e ficam por fiadores de dívidas, pois, se não tens com que pagar porque arriscas perder a cama de debaixo de ti?” (Pv 22.26,27). Podemos emprestar ou tomar emprestado e não há nada de errado nisso desde que se cumpra com o compromisso firmado.
Meu pai costumava contar uma historinha engraçada sobre empréstimos. Contava que dois fazendeiros eram muito amigos e com frequência emprestavam um ao outro suas ferramentas. Certo dia um deles mandou o filho a casa do amigo pegar um Serrote emprestado.  Naquela região essa ferramenta também era conhecida com o nome de Vai – e – Vem. O amigo procurado, já sabendo que suas ferramentas demoravam em ser  devolvidas, resolveu mandar um recado para o amigo:
“Jovem diga ao seu pai que se o Vai –e – Vem fosse e viesse, o Vai – e – Vem iria. Mas como o Vai – e – Vem vai, mas não vem, o Vai – e - Vem não vai!
Aqui cabe uma palavra sobre as compras a crédito, antigamente denominadas de “fiado”. O texto é bem claro: “se não tens com que pagar porque arriscar?” (Pv 22.27) Comprou? Pague! Tomou emprestado? Devolva! Quem compra e não paga, toma emprestado e não devolve é caloteiro e desonesto! É simples assim.
Baseado em Romanos 13.8, lancei numa igreja pastoreada por mim, a campanha: “A NINGUÉM FIQUEIS DEVENDO COISA ALGUMA”. Ministrei um estudo bíblico sobre o assunto: “CINCO GRANDES PECADOS COMETIDOS POR QUEM COMPRA E NÃO PAGA”. Segui o esboço: 1) Peca contra Deus – escandalizando o evangelho (2 Co 6.3); 2) Peca contra o próximo – dando calote; 3) Peca contra si mesmo – formando um mau caráter; 4) Peca contra o Estado – impedindo a arrecadação de impostos; 5) Peca contra a igreja – trazendo um mau testemunho.
Fiquei surpreso com a repercussão que essa campanha provocou! Vi que a mensagem trouxe desconforto em muitos crentes. Quando a notícia saiu fora dos portões da igreja, os próprios empresários que se sentiram lesados por haver confiado vender a crédito para os crentes começaram a me procurar. Chegou as minhas mãos boletos vencidos, notas promissoras, etc. Alguns desses documentos já vencidos a cerca de seis anos! Esse fato deixou-me perplexo! Eu não sabia que a coisa ali era tão grave. Como o Evangelho iria repercutir na sociedade com um problema desses? Passei a exigir dos devedores o pagamento de suas dividas!
Cuidado com o lucro fácil
Evitando a usura

A prática de emprestar dinheiro a juros não é nova. Milton C. Ficher, erudito em Velho Testamento, observa que na legislação de Deuteronômio 23.19-20 encontra-se a proibição de se “emprestar com usura” (ARA, “juros”) não apenas dinheiro, mas também comida e “qualquer coisa que se empresta com usura”.[2] Os estudiosos observam que as Escrituras revelam que os termos hebraico: neshek e nashak se referem a qualquer tipo de cobrança abusiva feita por ocasião do pagamento da dívida. De fato,  esse termo, na sua forma verbal, matem no hebraico bíblico o sentido de “mordida de arrancar um pedaço.  Foi pensando nisso que Davi disse que somente habitará no Tabernáculo do Senhor “O que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente” (Sl 15.6)”.  O livro Provérbios adverte: “O que aumenta os seus bens com juros e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre” (Pv 28.8).
 A legislação brasileira prevê que a usura ou agiotagem acontece quando os juros cobrados por particulares for maior do que aquele praticado pelo Mercado Financeiro e o permitido por lei que é de 12% ao ano.[3] Fora disso é crime! É pecado!
Infelizmente tem muita gente crente lucrando por meio da usura ou agiotagem. Emprestam dinheiro a juros exorbitantes! E o que é mais grave – alguns desses agiotas são obreiros! Já ouvi histórias de irmãos que tiveram seus bens confiscados e espoliados por obreiros porque não conseguiram pagar os juros estratosféricos cobrados. Alguns perderam lojas ainda outros perderam veículos. É lamentável que isso possa ocorrer no meio do povo de Deus. Mais lamentável ainda é que esses obreiros ainda estejam no púlpito.
Ainda sobre a aquisição de dinheiro fácil, convém lembrar que os estelionatários e golpistas sabem que muitas pessoas desejam o lucro fácil. É aí que usam toda a sua criatividade para darem seus golpes.  Os mais comuns são aqueles onde o golpista oferece algo extremamente vantajoso, como o pagamento de um prêmio que a vítima supostamente ganhou. Exigem como garantia do recebimento do beneficio, o pagamento de uma pequena taxa simbólica. É aí que está o golpe. Mas porque muitos entram nessa enrascada? Por que a ganância fala mais alto do que a razão. Pensam no lucro fácil e aí se tornam vitimas fáceis dos golpistas.

Evitando o suborno

De acordo com os léxicos do vernáculo, subornar significa “dar dinheiro ou outros valores a, para conseguir coisa oposta à justiça, ao dever ou à moral”.  Subornar é corromper para ganhar vantagens. A palavra hebraica shohad, traduzida como “suborno”, mantém o sentido na língua original de dar presentes, dádiva, recompensa, incentivo. O expositor bíblico Victor P. Hamilton comentando sobre o sentido dessa palavra no Antigo Testamento, destaca: “Pode-se começar com a observação de que proibições de receber suborno (presumivelmente impostas ao juízes) se encontram nos trechos legais do Pentateuco: Êxodo 23.8; Deuteronômio 16.19. Conquanto os dois versículos comecem de modo semelhante, Deuteronômio 16.19 assim termina: “o suborno cega os olhos dos sábios [hakamim]. Cf. Isaias 1.23; 5.23; Miqueias 3.11.
Caso o preço seja aceito, um suborno pode até mesmo produzir um assassino de aluguel, que matará uma pessoa inocente (Dt 27.25;Ez 22.12; Sl 26.10) ou no mínimo perverterá o julgamento (Pv 17.23).
Somente aquele que desiste de uma violação tão flagrante da lei tanto moral quanto criminal poderá permanecer na presença de Deus: 2 Crônicas 19.7; Salmos 15.5; Isaias 33.15. O próprio Deus está acima de qualquer censura a respeito: Deuteronômio 10.17 (cf. 1 Pe 1.17).
Dada a cobiça do homem em todas as épocas e civilizações, é interessante que no Antigo Testamento há menção de apenas três casos de suborno (com uso da palavra shohad): os filhos de Eli (1 Sm 8.3);os reis Asa e Bem-Hadade (1 Reis 15.19); e os reis Acaz e Tglate-Pileser (2 Reis 16.8)”.[4]
“Vemos a todo momento a mídia mostrar fiscais recebendo suborno para não cumprir o que a legislação fiscal determina. “O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça” (Pv 17.23). O cristão não pode aceitar o suborno nem tampouco subornar alguém visando o ganho fácil: “O que é ávido por lucro desonesto transtorna a casa, mas o que odeia o suborno, esse viverá” (Pv 15.27). Pois aquilo que era lucro se revelará em perda mais tarde: “Suave é ao homem o pão ganho por fraude, mas, depois, a sua boca se encherá de pedrinhas de areia” (Pv 20.17). Por isso é melhor dar o duro mesmo, mas ter a bênção de Deus: “Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento” (Pv 13.11).

Usando corretamente o dinheiro
Para promover valores espirituais
Um dos melhores conselhos encontrado em Provérbios sobre esse assunto é: “Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e entendimento” (Pv 23.23). É muito mais fácil vender a verdade do que comprá-la. É muito mais fácil jogar fora os valores morais e espirituais do que adquiri-los. Aquilo que é eterno custa caro e por isso poucos têm interesse em investir nisso. Foi mais fácil para Judas vender Jesus, a verdadeira Sabedoria e Verdade, do que se desfazer de sua cobiça. O mesmo aconteceu com os irmãos de José – venderam-no para o Egito por um punhado de dinheiro. Hoje muitos evangélicos estão vendendo a herança moral que receberam de graça do Senhor. Por que não investir o dinheiro naquilo que promove a sabedoria, a instrução e o conhecimento? Compre revistas da EBD para todos os membros de sua família; compre um bom livro e incentive os seus filhos para lerem.

Para promover bem-estar social e familiar

Há muita gente pobre que o dinheiro dá mal para suprir as suas necessidades básicas. Felizmente o dinheiro não é o único valor que realmente tem valor: “Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o perverso, nos seus caminhos, ainda que seja rico” (Pv 28.6). Todavia há uma outra realidade - há muita gente crente com dinheiro, muito dinheiro,  mas que não sabe utilizá-lo! Querem mais e mais, para que ninguém sabe já que não são dizimistas, não ofertam, não contribuem para missões, não passeiam com a família e não investem em obra social alguma. Isso é insensatez: “De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento” (Pv 17.16). Os tais ainda não leram o conselho do sábio: “Porque as riquezas não duram para sempre, nem a coroa, de geração em geração” (Pv 27.24). Quando morrer, os outros irão usufruir o que ele deixou!
Buscando o equilíbrio financeiro
Buscando a suficiência
Atente para estas palavras: “Duas coisas peço: não mas negues, antes que eu morra: afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem pobreza nem a riqueza; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus” (Pv 30. 8-9).
“Os dois pedidos, que se convergem num só alvo”, observa Derek Kidner, “ dizem respeito a (a) o caráter (Pv 8a), e (b) as circunstâncias, que são um perigo para o caráter (Pv 8b, c, 9). A oração confirma a humildade que foi expressada nos VV. 2ss., mostrando que se trata de (a) humildade de ambição (um anseio – antes que eu morra  -  pela integridade conforme a vontade de Deus, não de “grandes coisas para si”, e (b) a humildade do autoconhecimento – pois (conforme indica Toy) poderia ter orado, pedindo a capacidade de empregar corretamente a pobreza ou as riquezas,mas conhece bem demais a sua própria fraqueza”.[5] A obra The Expositor’s Bible Commentary destaca que: “Agur ora para Deus impedi-lo de tornar-se falso (v 8a) e autossuficiente (vv.8b-9). Ele quer ser honesto em todas as suas relações, e ele quer uma vida de bênçãos materiais equilibradas. Ele raciocina que, se ele tem muito, ele pode tornar-se independente de Deus (veja Dt 8,11-14.), e se ele tem pouco, ele poderia roubar e, portanto, profanar o nome de Deus.
Assim, reconhecendo a sua própria ignorância, confiando na palavra de Deus para a segurança na vida, e orando para que Deus possa mantê-lo de cair em tentação, Agur está pronto para oferecer suas palavras.”[6]
O sábio quer ter suficiência na sua vida financeira – nem pobreza nem riqueza. Esse ponto de equilíbrio define bem o que é ter uma vida prospera. O que é então  prosperidade financeira na visão bíblica? É ter suficiência em Cristo Jesus, nosso Senhor: “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fl 4.19). Essa suficiência mantém nossa vida equilibrada – não permite que o muito se torne excesso nem que o pouco se torne escassez. E é isso o sábio nos aconselha a buscar!
Matthew Henry, ao comentar essa passagem bíblica, destaca: “Duas coisas que ele pede a Deus são: 1. Graça para sua alma: aparta de mim a falsidade e a mentira. Para viver com retidão é mister amar a verdade e a integridade, sem deixar-se enganar pelas vaidades da vida. 2. Alimentação conveniente para seu corpo: Não me dês nem pobreza nem riqueza; concedi-me (diariamente) ração de pão (como Mt 6.11; 1 Tm 6.8). Roga contra os dois extremos da abundância e da miséria (v. 8b) e apresenta boas razões para isso: não aconteça que me sacie e te negue, quer dizer, que me esqueças que dependo de ti em tudo. A prosperidade dá lugar ao orgulho e ao esquecimento de Deus, como se já não necessitasse Dele. E que sendo pobre (melhor, empobrecendo-me, como em 20.13), furte. A pobreza extrema é uma tentação à desonestidade  e a profanar o nome de Deus (Ex 20.7)., seja jurando falsamente ou queixando-se da providência de Deus”.[7]
Buscando aquilo que é virtuoso
Para o sábio, portanto, há coisas que superam em muito o valor do dinheiro: “Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; porque melhor é o lucro que ela dá do que o da prata, e melhor a sua renda do que o ouro mais fino. Mais preciosa do que pérolas, e tudo o que podes desejar não é comparável a ela” (Pv 3.13-15). A sabedoria, como um bem espiritual, em muito supera o dinheiro, um bem material: “Porque  melhor é a sabedoria do que joias, e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela” (Pv 8.11). Além da sabedoria, o sábio mostra que a virtude da  honra em muito supera os valores materiais do dinheiro: “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro” (Pv 22.1).  
Este capítulo nos mostrou que embora o dinheiro seja algo essencial na nossa vida, todavia não é a coisa mais importante. Há outras virtudes que em muito excedem o valor do dinheiro. É necessário, portanto, se buscar um vida equilibrada que vem como resultado da obediência aos princípios esposados na palavra de Deus. Cristo, como o centro de toda revelação bíblica, é manifestação dessa suficiência. O cristão, portanto, deve buscar sempre orientação na palavra de Deus a fim de que o seu testemunho venha sempre glorificar a Deus.


(TEXTO EXTRAÍDO DO MEU LIVRO: SÁBIOS CONSELHOS PARA UM VIVER VITORIOSO (CPAD, 2013). 

Notas



[1] ASSARÉ, Patativa. Cante Lá que  Eu Canto Cá – filosofia de um trovador nordestino. Editora Vozes,Petrópolis, Rio de Janeiro.
[2] Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Edições Vida Nova, São Paulo.
[3]Veja o site: http://carvalhoerezende.com.br/adv/?p=608, onde se encontra uma excelente exposição sobre empréstimos. Acesso 02.05. 2013.
[4] HAMILTON, Victor, P. in Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Editora Vida Nova, São Paulo.
[5] KIDNER, Derek. Provérbios – introdução e comentário. Ed. Vida Nova.
[6] GAEBELEIN, Frank E. The Expositor’s Commentary – Psalms, Proverbs, Ecclesiastes, Song of Song. Zondervan, USA, 2002.
[7] HENRY, Matthew. Comentario bíblico de Matthew Henry – traducido y adaptado al castellano por Francisco Lacueva – 13 tomos em 1 – obra completa sin abreviar. Editorial CLIE, Barcelona, España.